Ninguém poderia explicar. As palavras não eram suficientes; não que não tentassem, elas simplesmente não davam conta.
Pensar em palavras atrapalhava.
Elas eram cúmplices de nossos crimes perfeitos e das nossas insanidades. Elas eram nossos passos em falso e nossos tiros no escuro, nosso murmúrio ecoando, eternamente.
quinta-feira, junho 28, 2007
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