terça-feira, julho 11, 2006

um pouco de calor

A tarde não queria cair. Desabavam palavras na sua cabeça a lhe dar ordens e dizer o que não fazer. Cada sílaba durava uma eternidade e pela janela o azul entrava e o sol, o calor. Rígida, ereta, era obrigada a assistir à própria decadência. E tentava achar algo de poético naquela existência silenciosa e abafada, acho que o ar condicionado pifou de novo.

bobagem essa poesia hipócrita, orvedose de entendimento poético.

3 comentários:

Anônimo disse...

Tudo é poético!! Até esse pequeno texto... depende apenas do ponto de vista
(bom, é a minha opinião...hehehe)
bjos!!

Anônimo disse...

Keep up the good work. thnx!
»

Anônimo disse...

nuh. otimo anna, para-bens.
cela